Após 8 meses da morte do Soldado Walison Miranda, morto de forma violenta durante um patrulhamento na região do Anel Viário em Aparecida de Goiânia, a justiça ainda não apresentou nenhum suspeito do crime. Walisson fazia parte do Comando de Patrulhamento Especializado CPE de Aparecida de Goiânia, e foi morto no dia 23 de setembro enquanto trabalhava.
O caso que era investigado pelo (GIH) Grupo de Investigação de Homicídios de Aparecida, passou para a Delegacia de Homicídios da Capital, situação que criou mais esperança para familiares e amigos que lutam por justiça. Mas as mudanças nas investigações não surtiram nenhum efeito, aproximando de um ano da morte do soldado, a polícia civil não apresentou nenhum suspeito, de acordo com as informações apuradas pela nossa equipe, o caso não evoluiu muito, caindo no esquecimento por parte das autoridades da segurança pública do estado.
Com pouco mais de três anos na polícia, Walisson Miranda era considerado um policial exemplar, sonhador, entrou na PM e em seguida conseguiu passar no curso de formação do Comando de Patrulhamento Especializado CPE ( Uma espécie de grupo de elite da polícia militar). Pai de família, Walisson morava com a mãe no Setor Colina Azul, setor que faz parte da periferia de Aparecida de Goiânia, local que era bem conhecido e querido pelos moradores que viram o jovem soldado crescer. A sua morte caminha para mais um caso de impunidade no Brasil, não sabemos quem pode estar por trás, seja na morte do PM, ou até mesmo na proteção da autoria, mas sabemos que é um caso que desafia as forças de segurança de Goiás, sendo até mesmo vergonhoso permanecer impune.
O caso segue em segredo de justiça.
Repórter Brunno Moreira
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