Os moradores da zona rural da Cidade de Goiás que necessitam passar próximo ao local que a Prefeitura destinou para descarte de lixo, tem enfrentado diversas dificuldades, o problema é que não existe nenhum tratamento para os materiais descartados pela coleta de lixo do município, além da aglomeração de insetos e animais domésticos abandonados, o local ainda é propício para o desenvolvimento de várias doenças, sendo a Dengue, Chikungunya, entre várias outras enfermidades causadas por causa do acúmulo de água em recipientes. Andando pelo local podemos observar vários animais que sobrevivem com os restos de comidas e animais mortos descartados em uma espécie de lixão da Prefeitura. No espaço não possui nenhuma proteção ou tratamento dos resíduos para que o solo não seja contaminado, a presença de catadores de materiais recicláveis que são expostos as contaminações do local, é frequente. O acesso dos produtores rurais e moradores de propriedades próximas é difícil, além da quantidade de buracos e lama, é preciso passar pelas grandes pilhas de lixo gerado por aproximadamente 22 mil habitantes da Cidade de Goiás, e descartado sem tratamento pela Prefeitura.
A cidade contraria a Lei nº 12.305/10, que criou a Política Nacional de Resíduos Sólidos, apresentando diretrizes para o armazenamento e destinação dos resíduos gerados pelas cidades brasileiras, dentro das diretrizes, o prazo para que todos os lixões do País fossem desativados, sendo criados os aterros sanitários, o prazo para adequação era até o ano de 2014, prorrogado por causa das dificuldades enfrentadas pelos municípios pequenos, o prazo foi estabelecido até o ano de 2018, mas mesmo assim, diversos municípios não se adequaram causando um imenso prejuízo ao meio ambiente e a saúde pública.
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.Entramos em contato com a Secretaria de Meio Ambiente da Cidade, mas até o momento não obtivemos respostas.
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