Aos 23 anos, o jovem Gabriel Henrique enfrenta um dos maiores desafios de sua vida. Diagnosticado com um nasoangiofibroma, um tumor benigno, porém extremamente agressivo devido à sua localização e características físicas, ele agora corre contra o tempo para conseguir uma cirurgia que não pode ser adiada.
O risco invisível e as hemorragias
Diferente de outros tumores, o nasoangiofibroma é conhecido por ser altamente vascularizado, ou seja, repleto de vasos sanguíneos. No caso de Gabriel, a situação é agravada pela proximidade do tumor com artérias vitais, como a carótida. Essa condição tem provocado episódios alarmantes de saúde. Além de comprometer severamente sua capacidade respiratória, o jovem enfrenta hemorragias frequentes e intensas. Recentemente, um desses episódios quase foi fatal: Gabriel perdeu cerca de dois litros de sangue em uma única crise.
"Vivo com o risco constante de isso acontecer novamente. Estou lutando pela minha vida", relata o jovem.
A barreira no sistema público
Apesar da gravidade e do risco iminente de morte por choque hipovolêmico (perda excessiva de sangue), Gabriel não tem conseguido o andamento necessário para o tratamento via rede pública de saúde. A complexidade da região onde o tumor está alojado exige uma intervenção especializada e de alto custo, a qual a família não possui meios de custear no momento.
Corrente de solidariedade
Sem alternativas e diante da urgência do quadro clínico, a cirurgia particular surge como a única esperança de cura e sobrevivência. Amigos e familiares buscam agora sensibilizar a comunidade e órgãos competentes para viabilizar o procedimento. Para Gabriel, a cirurgia não é apenas uma escolha médica, mas a sua única chance de voltar a ter uma vida normal, sem o medo constante de uma hemorragia fatal.
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