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Sabado, 02 de Maio de 2026
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Fiscais apreendem mercadorias de lojistas da 44 em Goiânia e multas são aplicadas

Governos estadual e municipal ainda não permitiram abertura de lojas e comércio na região

Brunno Moreira
Por Brunno Moreira
Fiscais apreendem mercadorias de lojistas da 44 em Goiânia e multas são aplicadas
Prefeitura de Goiânia
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Pelo menos 13 camelôs e sete lojistas foram flagrados com as portas abertas em fiscalização realizada pela prefeitura de Goiânia na região da Rua 44, neste fim de semana. Mais de 100 peças de roupas foram apreendidas. Responsáveis serão multados.

Os camelôs e lojistas descumpriam os decretos estadual e municipal, que preveem fechamento de atividades que possam gerar aglomeração, o que pode colaborar para ampliação do número de infectados pelo coronavírus. A região da 44 é um dos principais centros de varejo de moda no país e segue fechado desde março.

De acordo com o gerente de articulação da Guarda Civil Metropolitana, José Pires, que fez o suporte da operação, a ação é de rotina. A região é monitorada todos os dias pelos agentes e pelos fiscais da prefeitura. No entanto, durante o fim de semana, há maior registro de circulação pelas ruas que compõe o complexo varejista.

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Multa

A fiscalização resultou no fechamento de sete lojas, que estavam com portas abertas e atendiam clientes. Os camelôs, que trabalhavam no local, tiveram seus produtos apreendidos. Foram mais de 100 peças de roupas. Nas proximidades dos ambulantes havia, inclusive, formação de aglomeração de pessoas.

O gerente de articulação da Guarda Civil alerta que a atividade ainda não está permitida pelos decretos. Caso sejam flagrados receberão multa de R$ 350. Caso sejam reincidentes a multa dobra. Além disso, as mercadorias podem ser apreendidas.“Os produtos apreendidos ficam em depósito, mas o lojista, caso queira recuperar, só poderá fazer após o fim do período de emergência na saúde pública”, diz José Pires. “Estamos fiscalizando a região de segunda a segunda”, aponta.

Lojistas passam por dificuldades e muitos são obrigados a demitir funcionários e fechar as atividades.

 

FONTE/CRÉDITOS: Mais Goiás com adaptações
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