O marido da psicóloga presa após chamar um treinador de escolinha de futebol infantil de macaco, e fazer gestos semelhantes ao do animal, relatou que ela é perseguida por ser bonita. O caso aconteceu neste último sábado (2), durante um campeonato em que o filho da suspeita participava. Viaturas da polícia militar estiveram no local, porém, a mulher já tinha fugido, mas foi presa em sua residência no setor Marista, região nobre da capital. Ela foi conduzida para a Central de Flagrantes de Goiânia, local que ficou presa até a audiência de custódia, que decidiu por sua soltura para responder o processo em liberdade, ficando vedada de qualquer contato com as partes envolvidas no processo. Desde que a injúria racial passou a ser considerada como racismo, não é mais possível a lavratura de fiança pelo delegado plantonista, deixando a cargo do magistrado o relaxamento ou manutenção da prisão.
FONTE/CRÉDITOS: Jornalista Brunno Moreira
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