A Polícia Militar  realiza diligências para identificar e prender responsáveis pelo furto a uma joalheria localizada em um shopping de alto padrão no Setor Marista, em Goiânia. O crime, descoberto na manhã deste domingo, causou um prejuízo estimado em cerca de R$ 400 mil, conforme informações preliminares.

Entre os objetos levados estão pulseiras, anéis e relógios de alto valor comercial. A quantidade exata de peças furtadas não foi divulgada  pelos proprietários da loja, que acompanham o levantamento realizado pelas equipes de investigação.

De acordo com informações apuradas pela reportagem do Goiás em Foco, a principal linha de investigação aponta que os criminosos tenham permanecido escondidos durante horas no forro de uma loja vizinha à joalheria. A suspeita é de que eles aguardaram o encerramento das atividades do shopping para invadir o estabelecimento e praticar o furto durante a madrugada, quando não havia circulação de clientes ou funcionários.

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A ação criminosa só foi descoberta nas primeiras horas da manhã, quando colaboradores da joalheria chegaram para iniciar o expediente e perceberam sinais de arrombamento, além da ausência de diversas joias. A administração do shopping foi comunicada imediatamente e acionou a Polícia Militar. Equipes da corporação isolaram a área para preservar possíveis vestígios deixados pelos autores. Peritos da Polícia Técnico-Científica realizaram exames no interior da loja e em pontos de acesso utilizados pelos criminosos, recolhendo impressões, imagens e outros elementos que possam auxiliar na identificação dos envolvidos.

As investigações também devem analisar imagens do circuito interno de monitoramento do shopping e de estabelecimentos próximos para tentar reconstituir a dinâmica da ação e identificar a rota de fuga dos suspeitos. Até o momento, ninguém foi preso. A Polícia Militar segue realizando buscas e levantamentos em diferentes pontos da capital, enquanto a Polícia Civil deverá assumir a investigação para esclarecer as circunstâncias do crime e responsabilizar os autores.

FONTE/CRÉDITOS: Jornalista Brunno Moreira