O soldado foi morto no dia 22 de setembro desse ano quando patrulhava a região do anel viário em Aparecida de Goiânia, Wallison Miranda foi baleado na cabeça dentro da viatura por um indivíduo ainda não identificado que passou em uma caminhonete modelo Chevrolet S10. O soldado tinha 28 anos e estava há três na polícia militar, sendo pouco mais de um ano no Comando de Patrulhamento Especializado CPE. Caminhando para os 90 dias da morte do militar, nenhuma solução foi apresentada pela polícia civil de Goiás. Vários boatos relatando que o possível atirador que tirou a vida do Wallison, também é policial, sendo de uma outra instituição, situação que não foi confirmada pela secretaria de segurança pública estadual.
Os comentários que correm pela cidade é que o caso pode ser mais complexo que o apresentado pela imprensa, por isso as dificuldades de identificar o autor ou autores do crime, devido uma possível crise de instituições.

O caso segue sem solução, familiares, amigos e companheiros de farda, pedem  a identificação e prisão dos envolvidos na morte prematura do policial militar. Um disque denúncia foi criado pelos familiares para tentar ajudar a polícia nas investigações, um valor de 5 Mil Reais foi oferecido como recompensa pela mãe do soldado, mas até o momento as informações não levaram ao possível autor.

Reconstituição

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Uma reconstituição do crime foi feita com a caminhonete que possivelmente foi usada para balear o policial, o que levantou mais questionamentos por parte da população. Através das placas do veículo foi possível chegar até a autoria? A reconstituição foi realizada sem o principal suspeito? Como foi feito o confronto de informações das duas partes, sendo que a polícia civil relatou que não existe nehum suspeito preso? São dúvidas que a população tenta esclarecer e que a secretaria estadual de segurança pública não responde, trazendo sensação de impunidade para as pessoas próximas do soldado e que clamam por justiça.

Entramos em contato com a secretaria de segurança pública do estado de Goiás, que não comentou sobre o caso. 

 Jornal Goiás em Foco

 

FONTE/CRÉDITOS: Repórter Brunno Moreira