Aproximando de um ano da morte do soldado do Comando de Patrulhamento Especializado (CPE) de Aparecida de Goiânia, Wallison Mirada, nenhuma pessoa foi presa, sendo que as investigações praticamente paralisaram. Wallison tinha apenas 3 anos de corporação, estava trabalhando quando foi baleado por um indivíduo ainda não identificado, que passou e efetuou os disparos contra a viatura em que o soldado estava a bordo com mais dois PMs. Socorrido e lavado para a Unidade de pronto Atendimento do Buriti Sereno, que fica próxima do Anel Viário de Aparecida, local que aconteceu o fato, o militar não resistiu e morreu poucas horas depois.
O caso que aparentemente seria fácil de solucionar, contínua cercado de mistérios, sendo a falta de informações por parte dos órgãos de segurança pública, o silêncio entre os amigos e conhecidos do soldado, situação que vem causando a sensação de impunidade. O caso caminha para ser mais um que apenas vai entrar para estatísticas, não tendo autoria identificada, muito menos presa.
A morte
O Soldado foi baleado na noite do dia 22/09/2019, quando patrulhava a região do anel viário, junto com mais dois PMs em uma viatura do serviço reservado do Comando de Patrulhamento Especializado de Aparecida de Goiânia (CPE). Por volta das 23;30, foram surpreendidos por um outro veículo, que efetuou os disparos contra a guarnição, acertando a cabeça do soldado, que em seguida foi socorrido, vindo a falecer no hospital poucas horas depois.
Repórter Brunno Moreira
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